1. Notes: 10 / 3 days ago 
    “So, what are you?”

    “So, what are you?”

     
  2. Notes: 2 / 3 days ago  from judgestarling
    Judge Starling: The “Dark Genome”: A Linguistic Zoonosis in Need of Some Containment

    judgestarling:

    The term “physics envy” refers to the tendency of some practitioners of the softer sciences and the liberal arts to mathematicize their disciplines in an attempt to make thems look more “scientific,” more similar to the harder sciences, particularly physics. Physics envy is a common phenomenon in

  3. Notes: 16 / 3 months ago  from slutshamingdetected

    slutshamingdetected:

    Como não amar essa linda? Via @elivieira

    Vamos apoiar a Julia, os comentarios estao dominados por mimizentos privilegiados.

  4. Notes: 881 / 4 months ago  from geneticist
    geneticist:

An invader cell (orange) is surrounded by macrophages (blue) whose function is to engulf and digest such invader cells. (via)

    geneticist:

    An invader cell (orange) is surrounded by macrophages (blue) whose function is to engulf and digest such invader cells. (via)

     
  5. Notes: 614 / 5 months ago  from feministacansada (originally from denisebefore)
    feministacansada:

Bombeiras em Pearl Harbor após o ataque

    feministacansada:

    Bombeiras em Pearl Harbor após o ataque

    (Source: denisebefore)

     
  6. Notes: 45 / 5 months ago  from mothernaturenetwork
    mothernaturenetwork:

Upcoming IPCC climate change report leaked by skepticsClimate doubters are apoplectic over a few misinterpreted sentences in the draft report.

Outra manobra antiética dos negacionistas do aquecimento global antropogênico.

    mothernaturenetwork:

    Upcoming IPCC climate change report leaked by skeptics
    Climate doubters are apoplectic over a few misinterpreted sentences in the draft report.

    Outra manobra antiética dos negacionistas do aquecimento global antropogênico.

     
  7. Notes: 181 / 6 months ago  from feministacansada
    uma feminista cansada: Oi, menina. O Felipe Neto acha que você merece ser tratada como objeto.

    feministacansada:

    Felipe Neto.

    Eu já te olhava meio de rabo de olho por causa do seu humor “classe média problems” faz um tempo. Não que tenha algo errado falar de problemas da classe média. Mas se tornou um problema crescente no minuto que você começou a demonstrar seu profundo desprezo pelas…

  8. Notes: 2 / 6 months ago 

    Índio com roupa, boné e até laptop não deixa de ser índio!

    Na era do mercantilismo, e até hoje, a Europa enviava navios ao resto do mundo para obter recursos preciosos em falta por aqui. Um exemplo trivial, do começo da globalização, foram as chamadas especiarias.

    Criou-se a lenda, no imaginário de muitos de nós, de que índios recebiam mixarias como espelhos em troca de produtos nativos, enganad

    os pelos ardilosos e gananciosos homens brancos.

    Mas, ao menos em tese, não vejo qual é o problema nisso (em índio trocar especiarias por espelhos). Espelhos eram produtos desconhecidos, de oferta praticamente nula nas Américas, então era natural que valessem muito lá, e os índios teriam sido plenamente racionais em pagar caro para tê-los. (Não sei se as coisas foram assim, estou só levando o mito a sério.)

    Índios não eram bons selvagens (nem ‘maus selvagens’) prestes a serem vítimas da contaminação com o “vírus” da cultura ocidental. Havia uma miríade de culturas diferentes nas Américas, algumas mais belicosas que outras, umas antropofágicas outras não, umas infanticidas outras não - e na Europa, há algum tempo, certamente não era diferente. (Há relatos de canibalismo na Europa até na ilustrada Alemanha do século XVII: http://www.bulevoador.com.br/2012/05/35340 )

    Se Jared Diamond estiver certo (e ele provavelmente está, vida longa a ele), se as “armas, germes e aço” tivessem sido ‘descobertas’ primeiro em outro lugar (por causa de disponibilidade de recursos e posição geográfica privilegiada na história da humanidade: não é segredo que europeus copiaram ideias de chineses, egípcios etc. por estarem no “meio do caminho” entre várias culturas ricas ao redor), quem teria trocado produtos básicos por produtos de valor agregado que hoje achamos banais, como espelhos, teriam sido os europeus. Teriam sido eles o alvo da expansão de culturas tecnologicamente privilegiadas por acidentes da história.

    (Se o desenvolvimento da história moderna tivesse sido na África, quem sabe hoje racismo fosse direcionado mais frequentemente a brancos? “E se”, as duas palavrinhas mais temidas do criador da Máquina do Tempo de H. G. Wells.)

    É curioso ver gente pensando que, se índios agregam produtos da nossa cultura à cultura deles, então deixam de ser índios. Ora, quando tomamos café, estamos reproduzindo um hábito cultural que surgiu no Iêmen. Sentimo-nos mais parte da cultura antiga do Iêmen por isso? Garanto que eu e a maioria dos apreciadores de café não sabemos bulhufas sobre o Iêmen do século XV, que a Wikipédia diz ser o contexto mais acreditável do aparecimento do hábito de tomar café. E que dizer dos inúmeros produtos “made in China” e “made in Taiwan” que usamos: por acaso nos sentimos mais culturalmente asiáticos por usá-los?

    Acreditar em “pureza cultural” é tão fantasioso quanto acreditar em “pureza racial”. Talvez a característica mais fidedigna para individuar uma cultura é a língua: o fato de os Tikuna, por exemplo, ainda falarem sua língua, mesmo sendo uma das culturas da América do Sul mais longamente em contato com a nossa cultura filha da colônia, já deveria servir para calar a boca daqueles de nós que alegam que, porque eles usam bonés ou laptops (eu ADORARIA ver um site na língua tikuna - provavelmente já existe), então não são mais índios.

    Desde o nascimento da humanidade e a divisão previsível em culturas diferentes pela expansão populacional, é totalmente natural, e inclusive aceitável, que culturas troquem técnicas e conhecimentos e tecnologia (e TODAS têm técnicas, conhecimentos e tecnologia). O que não é aceitável é a agressão, a invasão e a destituição. O Brasil ainda é um imenso Israel que tenta minimizar o direito de seus “palestinos” (os índios) às suas terras, à sua cultura e à sua independência.

    Seria impensável, hoje, pregar o fim do Brasil ou o fim de Israel, por mais que fosse demonstrado que Brasil e Israel surgiram de forma injusta. Mas também é igualmente impensável legitimar que o mesmo expansionismo original continue hoje, muito menos com papos tão rasos quanto negar a identidade do índio porque viu um índio mandando e-mail no Jornal Nacional.

    Saravá para esse anauê.
  9. Notes: 87 / 6 months ago  from feministacansada (originally from slutshamingdetected)
    feministacansada:

slutshamingdetected:

Vamos lá, ponto a ponto:
1. E quem disse que só porque é mulher não pode ser machista, minha filha? Algumas das pessoas mais machistas que eu conheço são do gênero feminino. Não pense que, por sofrer pressão do patriarcado, você está imune ao machismo. Muito pelo contrário.
2. Uai, e por que motivo, razão ou circunstância uma mulher não pode ambicionar ser uma dona de casa e cuidar dos filhos? É uma escolha menos digna? É intrinsecamente ruim?
3. Gordofobia e body shaming detected.
4. Uai, mas “agarrar macho” é justamente a mensagem central da SUA campanha, mulher! Seja coerente, pelo menos!
5. Se vemos machismo em tudo, é porque ele de fato existe. Quem o tenta negar é que é machista. É como o branquinho classe média que nega o racismo.
6. Oh, mais uma que pensa que uma camisa escrito “100% caucasiano” é igual a uma escrito “100% negro”… Próxima!
7. Dificuldade? Meu deus, eles são metade da população! Ah é, o seu não pode usar secador, fazer unhas, ter um poodle, porque isso não é coisa de “homem de verdade”.
8. Homofobia. Porque lésbica não compra lingerie. Próxima!
9. Nenhum deles se encaixa, minha filha. Nenhum deles. São humanos, como eu e você, e ninguém é perfeito. Cê e sua audiência já não estão um pouco grandinhos pra esse negócio de príncipe encantado? 
10. E termina chamando a gente de mal comida. Parabéns, hein, fia.
11. Análise do discurso mandou um beijo pra você, tá?

Eu ia até parar de falar nessa propaganda porque achei muito sem-gracinha, mas não chega aos níveis que Nova Schin e Prudence chegaram. Mas essa mocinha escrevendo esse texto butthurt foi mais ofensivo que a propaganda…

    feministacansada:

    slutshamingdetected:

    Vamos lá, ponto a ponto:

    1. E quem disse que só porque é mulher não pode ser machista, minha filha? Algumas das pessoas mais machistas que eu conheço são do gênero feminino. Não pense que, por sofrer pressão do patriarcado, você está imune ao machismo. Muito pelo contrário.

    2. Uai, e por que motivo, razão ou circunstância uma mulher não pode ambicionar ser uma dona de casa e cuidar dos filhos? É uma escolha menos digna? É intrinsecamente ruim?

    3. Gordofobia e body shaming detected.

    4. Uai, mas “agarrar macho” é justamente a mensagem central da SUA campanha, mulher! Seja coerente, pelo menos!

    5. Se vemos machismo em tudo, é porque ele de fato existe. Quem o tenta negar é que é machista. É como o branquinho classe média que nega o racismo.

    6. Oh, mais uma que pensa que uma camisa escrito “100% caucasiano” é igual a uma escrito “100% negro”… Próxima!

    7. Dificuldade? Meu deus, eles são metade da população! Ah é, o seu não pode usar secador, fazer unhas, ter um poodle, porque isso não é coisa de “homem de verdade”.

    8. Homofobia. Porque lésbica não compra lingerie. Próxima!

    9. Nenhum deles se encaixa, minha filha. Nenhum deles. São humanos, como eu e você, e ninguém é perfeito. Cê e sua audiência já não estão um pouco grandinhos pra esse negócio de príncipe encantado? 

    10. E termina chamando a gente de mal comida. Parabéns, hein, fia.

    11. Análise do discurso mandou um beijo pra você, tá?

    Eu ia até parar de falar nessa propaganda porque achei muito sem-gracinha, mas não chega aos níveis que Nova Schin e Prudence chegaram. Mas essa mocinha escrevendo esse texto butthurt foi mais ofensivo que a propaganda…

    (Source: slutshamingdetected)

     
  10. Notes: 3 / 8 months ago 

    Ativista é o nome que recebe quem se preocupa o suficiente com injustiças para dedicar sua vida em parte ou integralmente a combatê-las.

avatar_128
 
 
Timely intellectual secretions from a secular humanist epicureanist russellian brazilian geneticist biologist's obsessive and queer brain.
 
 

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